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Como realizar uma boa pesquisa correlacional!

4 dicas vitais para você realizar uma pesquisa correlacional conclusiva e metodologicamente correta.


Olá, pesquisadores! Hoje iremos falar sobre boas práticas na realização de pesquisas correlacionais. Seguindo esses passos, os seus resultados serão mais confiáveis e conclusivos!


  1. Defina claramente suas variáveis: antes de voltarmos toda a nossa atenção para as análises quantitativas, vamos dar uns passos para trás. É fundamental ter uma compreensão ampla e precisa das variáveis que você está investigando em sua pesquisa correlacional. Certifique-se de definir claramente quais suas variáveis e identificar a relação hipotética (e oriunda da teoria) entre elas.

  2. Escolha uma amostra representativa: como sempre venho falando aqui, é muito importante que a sua pesquisa tenha uma boa validade externa e seus resultados possam ser generalizados. Dessa forma, certifique-se de escolher uma amostra representativa da população de interesse e realize um cálculo amostral necessário para obter resultados estatisticamente confiáveis.

  3. Utilize medidas confiáveis e válidas: para mim, essa sempre será uma das melhores dicas para pesquisas quantitativas. As medidas utilizadas para coletar os dados da sua pesquisa devem ser fidedignos (ou seja, produzir resultados consistentes) e válidas (ou seja, medir o que se pretende medir). Verificar a confiabilidade e validade das suas medidas antes de coletar os dados é o BÁSICO.

  4. Analise os dados adequadamente: agora chegamos na etapa da execução das análises quantitativas. Aqui, é muito importante que sejam utilizadas técnicas estatísticas apropriadas para analisar seus os dados do seu estudo. Mas não precisa se preocupar muito: caso você queira se dedicar a outras questões mais urgentes da sua pesquisa, pode contar com os meus serviços voltados para pesquisas quantitativas. Se precisar de mim, basta me enviar uma mensagem agora mesmo!


Lembre-se de seguir as melhores práticas e padrões éticos em pesquisa científica para obter resultados confiáveis e úteis. E nunca esqueça: correlação não implica causalidade!

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